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  • Lançamento de criptomoeda venezuelana gera a maior desvalorização da história


    Fonte: ciberia.com.br

    O lançamento da Petro, a criptomoeda venezuelana e primeiro câmbio do tipo a ser adotado oficialmente por um país, vem sendo vendida como a solução para os problemas econômicos e a hiperinflação que assola nosso vizinho.

    Entretanto, o que se viu no começo desta nova história foi uma das maiores desvalorizações de moeda da história, com uma queda de 95% registrada no último final de semana.

    O prognóstico é dos mais sombrios. Para o FMI, a inflação, que já tinha previsão de bater os 1.000.000% neste ano, deve crescer ainda mais, enquanto, atualmente, os preços são revistos a uma taxa de 108.000%.

    Carrinhos de dinheiro são usados pela população para comprar pão, isso quando há produtos nos mercados e as pessoas efetivamente possuem o dinheiro para adquiri-los. Na maioria do tempo, a situação é de penúria, miséria e êxodo, com muitos venezuelanos, inclusive, escolhendo o Brasil como o local de reconstrução de suas vidas.

    É nesse ensejo que o presidente Nicolás Maduro lançou a Petro, sua criptomoeda oficial. O novo dinheiro passou a valer nesta segunda (20) como um dos dois novos câmbios oficiais da Venezuela, ao lado do bolívar soberano, que terá relação direta com os valores do dinheiro digital.

    Por sua vez, a criptomoeda terá cotação ancorada a 5,3 bilhões de barris de petróleo, atualmente o principal produto de exportação do país.

    A ideia é que a força de uma de suas maiores matérias-primas ajude a Venezuela a sair da crise. A Petro se torna a unidade contábil obrigatória para a maior empresa estatal do país, a Petróleos da Venezuela (PDVSA), e também deve ser usada para facilitar negociações internacionais e burlar sanções impostas por outros países, apontados por Maduro como um dos principais causadores da atual crise econômica.

    Além da criptomoeda, entra em vigor o bolívar soberano, que corta cinco zeros do dinheiro atual, o bolívar forte. O governo também criou uma nova política de pagamentos e incentivos ao comércio e a indústria como forma de compensar o choque causado pelas mudanças e, principalmente, pela desvalorização vista durante o último final de semana.

    O salário mínimo, por exemplo, terá um aumento de 3.500%, chegando à marca dos US$ 30, ou cerca de R$ 120 em uma conversão arredondada para cima.

    Nesta segunda, foi decretado feriado na Venezuela, o que fez com que lojas e supermercados fechassem as portas no aguardo das medidas de precificação do governo.

    Os bancos também estavam fechados, mas seus funcionários trabalhavam em sistemas de conversão e adaptação para que caixas eletrônicos e plataformas online pudessem começar esta terça-feira (21) funcionando.

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    O clima, de acordo com os relatos da imprensa, era de tensão e expectativa, principalmente entre a população mais pobre que temia ver suas poucas reservas ainda mais reduzidas por conta das medidas.

    A situação do lançamento da Petro, entretanto, pouco se assemelha ao otimismo demonstrado pelo governo em fevereiro, quando abriu a pré-venda da criptomoeda.

    Na ocasião, a expectativa era de sucesso, com o anúncio de mais de US$ 735 milhões arrecadados apenas nos primeiros três dias de pré-venda. Serão 100 milhões de ativos ao todo, cujo dinheiro será utilizado na recuperação econômica do país.

    Outras medidas de recuperação incluem o fim de subsídios governamentais sobre o combustível e a suspensão no pagamento da dívida externa.

    Além disso, Caracas deve permitir a realização de leilões de moeda estrangeira nos cinco dias da semana, ao contrário da atual limitação de três, e vai aumentar os impostos em 4%. A ideia é usar os bilhões de dólares economizados e arrecadados para novas injeções na economia e garantia de direitos para trabalhadores.

    Em pronunciamento relacionado ao lançamento da nova moeda, Maduro disse que o novo pacote econômico da Venezuela não tem qualquer relação com o FMI, responsável pelas previsões desastrosas para o futuro do país.

    “Sexta-feira negra”

    Maduro também rebateu as críticas de economistas e especialistas, afirmando que suas mudanças possuem distorções em relação a alterações clássicas de forma a lidar com a profunda crise e, também, recolocar a Venezuela no caminho do desenvolvimento.

    O presidente ainda dispensou as comparações de seu pronunciamento com o da “sexta-feira negra”. Em 1984, numa noite antes do fim de semana, o então presidente Luis Herrera Campins desvalorizou o bolívar pela primeira vez em 22 anos, repercutindo uma grande crise do petróleo.

    Foram cinco anos de recessão que terminaram em uma revolta que ficou conhecida como Caracazo, que resultou na morte de centenas de pessoas quando a inflação ultrapassou a marca dos 21% em apenas um mês. Maduro foi um dos líderes desta revolução e considera os atos um ponto importante em seu caminho para o poder.

  • Porto Seguro lança certificação em planejamento financeiro


    Fonte: Revista Apólice

    O Porto Seguro Vida e Previdência e o Ibmec lançaram o Programa Especialistas em Planejamento Financeiro, desenvolvido para corretores de seguros.

    A iniciativa visa deixar os profissionais mais preparados para oferecer a solução financeira e de proteção de renda mais adequada à necessidade dos seus clientes.

    Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro, enfatizou a importância do programa para o novo mercado que se apresenta. “É fundamental entender que estamos passando por mudanças demográficas. As pessoas vivem mais. O corretor precisa entender esse novo cenário e ter autoridade para argumentar sobre as oportunidades que surgem no ramo”, destaca a executiva. “A parceria com uma instituição de ensino privada complementará nossa proposta inicial de ir além do mercado securitário”, complementa.

    O projeto foi desenvolvido para que os profissionais sejam acompanhados durante 12 meses. A grade de ensino será composta com módulos sobre Administração, Economia, Finanças, Marketing, Seguros, Tendências, Vendas e Comportamento, em formatos de workshops e palestras. Inicialmente serão duas turmas, uma com início ainda em agosto e a outra em setembro. O Ibmec selecionou 40 corretores para cada uma delas, escolhidos em duas fases eliminatórias (questionário online sobre definição de perfil comportamental e entrevista). Uma vez por semana, os profissionais poderão se encontrar e trocar experiências com colegas, professores e colaboradores da Porto Seguro.

    “Como o projeto está sendo implementado agora, vamos focar nossas atenções para os profissionais de São Paulo. Nada impede que possamos expandir o programa para demais estados”, diz Eva Miguel, diretora-Comercial da Porto Seguro. “Eles poderão passar o conteúdo teórico para a prática, discutindo dinâmicas com o público. A experiência deles será muito consistente. É primordial que o profissional saiba trabalhar cálculos financeiros, tenha uma visão empreendedora e se atualize para não ficar para trás”, continua.

    De acordo com Fernanda, a instabilidade política e as sucessivas reformas propostas pelo governo trouxeram novamente os temas Vida e Previdência à tona. “Essas carteiras já estavam tendo um desenvolvimento positivos nos últimos anos. Acontecimentos como as reformas e a incerteza política serviram para enfatizar a importância de se preparar para o que vem chegando”, explica.

    “Esses profissionais têm a noção do seu papel social. São temas que estão em pauta e seguem no interesse de grande parte das pessoas”, acrescenta Eva. “O corretor já tem uma relação próxima ao seu cliente, mas, se ele se aprofunda, tem conhecimentos sobre esses assuntos, pode fidelizar o segurado”, ressalta a diretora-Comercial.

    Inovação

    A Porto Seguro investiu em tecnologia e capacitação para auxiliar as atividades do corretor e reduzir os processos burocráticos de seus clientes. Em 2017, a seguradora lançou o aplicativo Vida e Previdência, que está disponível gratuitamente no Google Play (Android) e na Apple Store (iOS). A ferramenta oferece funcionalidades de apoio à vendas e pode realizar simulações de seguros de vida e previdência individuais, além de fazer download de materiais sobre os seguros. Dos cerca de 15 mil corretores que trabalham com o produto, mais de 30% já aderiram a ferramenta.

    Além disso, o Porto Seguro de Vida e Previdência implantou a assinatura eletrônica para a contratação desses produtos. Com ela, o cliente pode assinar propostas independentemente do local no qual esteja, por meio do seu computador, tablet ou celular. O segurado ainda conta com um guia e telas autoexplicativas e, no caso de produtos contratados online, as orientações já ficam visíveis na própria tela da contratação.

  • Uma das doenças mais mortais do século XVIII voltou a aparecer nos países ricos


    Fonte: ciberia.com.br

    O escorbuto, doença associada aos marinheiros da época dos Descobrimentos, não desapareceu por completo e continua a fazer vítimas em países desenvolvidos como os EUA e a Austrália.

    Nos dias atuais, é difícil associar desnutrição a um país rico, desenvolvido e com altos índices de obesidade como os Estados Unidos. No entanto, a verdade é que uma das doenças mais mortais do século XVIII tem retornado à nação (que desperdiça um quarto da sua comida por ano).

    O escorbuto, uma doença simples de tratar e que é causada pela falta de vitamina C, que pode ser encontrada em muitos tipos de frutas e legumes.

    A doença ficou amplamente ligada à época dos Descobrimentos, quando os marinheiros, que passavam meses no mar com uma dieta pouco variada e escassa, começavam a ficar com sintomas como perda de dentes e sangue nas gengivas. Depois, surgiam as dores nas articulações e feridas que não cicatrizavam. Em três meses sem ingerir vitamina C, muitos deles morreram.

    A falta dessa vitamina aumenta os riscos de hemorragias, infecções e ataques cardíacos. O tratamento para o escorbuto foi descoberto em 1747 e passa simplesmente por ingerir pequenas quantidades de vitamina C todos os dias.

    Mas, pelo visto, a doença ainda não desapareceu por completo e uma das suas vítimas foi precisamente Sonny Lopez, norte-americano de Springfield, Massachusetts, que foi pedir aconselhamento médico a Eric Churchill quando começou a sentir os mesmos sintomas que os marinheiros do século XV.

    Segundo o médico, não foi o primeiro paciente que apareceu no consultório com a deficiência vitamínica. “Diagnostiquei o primeiro caso há cerca de cinco ou seis anos. Foi muito dramático porque se tratava de alguém com uma doença mental que só comia pão e queijo”, explicou o especialista, citado pelo Science Alert. “Até agora, já diagnosticamos entre 20 e 30 pessoas com escorbuto”, acrescenta.

    Churchill e sua equipe do Baystate High Street Health Centre começaram a questionar os pacientes sobre seus hábitos alimentares e, atualmente, fazem um estudo sobre o escorbuto em ambiente urbano.

    Lopez, que não tem muitas condições financeiras e passou vários anos comendo apenas uma refeição por dia, optava por comidas mais calóricas para tentar controlar a fome. A receita que recebeu do médico foi “comer uma laranja por dia”.

    “Muitas pessoas que passam dificuldades para comprar comida acabam por escolher alimentos ricos em gordura, com muitas calorias e que enchem. São as comidas que nos enchem e nos satisfazem mais do que frutas e verduras”, aponta o médico.

    Porém, muitos dos pacientes de Churchill têm peso a mais ou são obesos, mostrando que comer excessivamente não é sinônimo de ingerir todas as vitaminas necessárias.

    Além disso, de acordo com o mesmo site, os casos de escorbuto não acontecem apenas nos EUA. Em 2016, um relatório desenvolvido na Austrália indicou que havia uma incidência assustadora de casos entre pacientes diabéticos.

    “Quando perguntei sobre a alimentação, uma pessoa disse que comia pouca ou quase nenhuma quantidade de fruta e legumes, enquanto outros comiam esses alimentos mas os cozinhavam de forma excessiva. Isso destrói a vitamina C”, explica Jenny Gunton, médica cientista do Westmead Institute for Medical Research à ABC.

    Churchill concluiu no seu estudo que pessoas mais pobres sofrem mais com a doença.

    “A pobreza no mundo afeta as pessoas de muitas formas – da exposição à violência à falta de voz e oportunidade, passando pelo acesso limitado à comida saudável e atendimento médico”, diz, considerando que esse tipo de doença não deveria existir em países desenvolvidos.

  • Usiminas tem seguro com Mapfre e Chubb


    Fonte: Revista Apólice

    Na semana passada, companhia registrou uma explosão no gasômetro da usina de Ipatinga. Apólices de seguros fazem frente a eventuais prejuízos por conta do ocorrido.

    A Usiminas, que na semana passada registrou uma explosão no gasômetro da usina de Ipatinga, tem apólices de seguros com as seguradoras Mapfre e Chubb para fazer frente a eventuais prejuízos por conta do ocorrido. Para danos materiais, o contrato é dividido em duas faixas. Uma com importância segurada de US$ 7,5 milhões a US$ 200 milhões e outra de US$ 200 milhões a US$ 600 milhões, liderado pela espanhola Mapfre. De acordo com a própria Usiminas, a indenização máxima que a companhia pode receber em um sinistro por danos operacionais é de US$ 600 milhões. Os seguros vencem em dezembro. As apólices possuem, contudo, franquias atreladas. No caso da proteção para dano material, a cifra que pode ser arcada pela própria companhia chega a no máximo US$ 7,5 milhões. Passado esse valor, o seguro pode ser acionado. No caso da cobertura de lucro cessante, a franquia era de até 30 dias de paralisação. Ou seja, a depender do estrago, os seguros podem nem ser acionados.

    Terceiros

    Além das apólices para danos material e operacional, a Usiminas tem ainda uma apólice de responsabilidade civil, que cobre os prejuízos para terceiros, com a norte-americana Chubb Seguros. Esse contrato, contudo, não deve ser acionado, uma vez que a explosão na unidade de Ipatinga não gerou danos a terceiros. Procurada, a Mapfre confirmou que é líder da apólice de property da Usiminas, mas não fez comentários adicionais. A Chubb e Usiminas não comentaram.

  • Brasileiro gasta, em média, R$ 3.587 por ano com seguro auto


    Fonte: Revista Apólice

    Na hora de comprar um carro, o preço do seguro é uma das informações importantes que devem ser avaliadas pelo consumidor. Um levantamento realizado pela TEx aponta que o brasileiro paga anualmente, em média, R$ 3.587 por um seguro de automóvel.

    E, dependendo do estado, o seguro pode custar até três vezes mais que em outras regiões.

    O estudo levou em consideração 2,3 milhões de cotações realizadas por corretores de seguros por meio da plataforma da TEx, o Teleport, entre os dias 21 de maio e 20 de junho de 2018. Os dados mostraram que o estado brasileiro com seguro mais barato é Santa Catarina, com média de R$ 2.932, enquanto o mais caro é encontrado em Roraima, na região Norte, com custo anual médio de R$ 8.720.

    Entre as descobertas, o levantamento mostrou também que no Rio de Janeiro o custo de um seguro automotivo é, em média, de R$ 4.187 ao ano, 28% mais caro que o seguro pago pelos paulistas, no valor de R$ 3.273. Em termos gerais, o Norte tem os seguros mais caros do País. Os sete estados da região se encontram entre os 12 que têm o seguro mais caro. Já na região Nordeste, Pernambuco e Rio Grande do Norte são os estados que se destacam por terem o seguro mais barato, no valor de R$ 3.194 e R$ 3.074, respectivamente.

    Segundo a Fenaseg, o número de carros roubados ou furtados cresce a cada ano, tanto nas capitais brasileiras como nas cidades do interior, exigindo cada vez mais medidas extras de segurança por parte de seus proprietários. “São vários os fatores que impactam na formação da média de cada estado, entre eles o número de veículos segurados e o perfil dos modelos mais procurados, por exemplo. Entretanto, os índices de violência, que refletem no número de sinistros, acabam sendo o fator mais importante na definição do prêmio”, diz Emir Zanatto, diretor de Operações da TEx. “Isso explica, por exemplo, porque o seguro é mais caro no Rio de Janeiro do que em São Paulo, que tem o quarto mais barato do Brasil, abaixo da média nacional”, explica.

    Ele ressalta que o objetivo da empresa – que conecta mais de 500 corretoras às 17 principais seguradoras que atuam no Brasil – com a pesquisa é de levar informação para o mercado e contribuir para o desenvolvimento da indústria. Para o consumidor que está buscando adquirir um seguro, a recomendação é que procure um bom corretor. “Os corretores têm todo o conhecimento para auxiliar na escolha da melhor opção para o perfil do interessado, além de dar todo o apoio necessário no caso de um sinistro. É um profissional fundamental para quem quer contratar um seguro e ter a melhor proposta, garantindo proteção do assegurado”, completa.

    Confira as médias de seguro em cada estado, de acordo com a pesquisa:

    RR R$ 8.720,00
    TO R$ 6.439,00
    MT R$ 4.985,00
    AP R$ 4.648,00
    PA R$ 4.598,00
    AC R$ 4.501,00
    GO R$ 4.436,00
    PI R$ 4.193,00
    RJ R$ 4.187,00
    AM R$ 4.121,00
    RO R$ 4.007,00
    AL R$ 4.005,00
    MA R$ 3.998,00
    MS R$ 3.919,00
    CE R$ 3.895,00
    ES R$ 3.820,00
    BA R$ 3.632,00
    Brasil R$ 3.587,00
    DF R$ 3.563,00
    SE R$ 3.463,00
    RS R$ 3.398,00
    PE R$ 3.343,00
    MG R$ 3.320,00
    PR R$ 3.298,00
    SP R$ 3.273,00
    PB R$ 3.194,00
    RN R$ 3.074,00
    SC R$ 2.932,00

  • Setor cresce 1,7% no primeiro semestre


    Fonte: Revista Apólice

    A CNseg acaba de divulgar a “Carta do Seguro” com dados consolidados sobre o desempenho do setor, que registrou crescimento de 1,7% (sem DPVAT) no primeiro semestre de 2018, totalizando mais de R$ 115,8 bilhões em prêmios.

    No setor, houve evolução acentuada de 7,5% nos segmentos de Automóveis e Patrimoniais. “Ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas continuam procurando proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel, residência e a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas”, avalia Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

    Outros seguros com desempenho que se destacam foram o de Crédito e Garantias, beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016, evoluindo 8,8%.

    A Carta do Seguro mostra também que os seguros de risco de pessoas apresentaram crescimento de 10,1% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2017, com destaque para a forte expansão de 23,7% do ramo prestamista, que prevê a quitação de dívidas financeiras por causa de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda. Outro ponto que chama a atenção é a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o DPVAT) no primeiro semestre, com redução absoluta de 4,78 p.p. se comparado com o mesmo período de 2017. A sinistralidade do grupo de seguros de ramos elementares caiu de 54,2% no primeiro semestre de 2017 para 52,6% no mesmo semestre de 2018. No grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3% no mesmo período.

    Na outra ponta, porém, figurou a redução da arrecadação dos planos de acumulação, na esteira da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. No conjunto, PGBL e VGBL, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%.

  • Cursos EaD preparam para exames em diversos segmentos


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    A Escola Nacional de Seguros oferece cursos na modalidade de Ensino a Distância (EaD) que preparam os candidatos que irão prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros ou os Exames para Certificação Técnica.

    As aulas acontecem integralmente em ambiente virtual e contam com material didático e acompanhamento pedagógico.

    Os cursos preparatórios aos Exames para Certificação Técnica estão disponíveis para funcionários de corretoras e de seguradoras, nas áreas de Atendimento ao Público e Venda Direta. Para funcionários de seguradoras também é possível se inscrever em Atendimento ao Público e Regulação e Liquidação de Sinistros.

    Já para quem pretende ingressar no setor de intermediação fazendo o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros as opções são: Capitalização; Vida e Previdência; Demais Ramos; Capitalização e Vida e Previdência; e Todos os Ramos do Seguro.

    A carga horária e o investimento dos cursos variam de acordo com a área e o segmento escolhido. Mais informações e inscrições podem ser encontradas no ens.edu.br.

  • Curso inédito aborda Responsabilidade Civil Médica


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    A Responsabilidade Civil Médica vem enfrentando crescente judicialização, o que demanda análises detalhadas sobre os desafios e problemas enfrentados por profissionais do setor.

    Com o objetivo de proporcionar uma visão global acerca dessas questões, a Escola Nacional de Seguro realizará o curso Responsabilidade Civil Médica e Seguro de RC Profissional. As aulas serão ministradas em São Paulo (SP), e o início será no dia 17 de setembro.

    O programa promove uma análise dessa modalidade contratual e de suas especificidades, em especial riscos cobertos e excluídos. O curso também aborda questões como medidas de prevenção, disposições do Código Civil, Código de Ética Médica e legislação.

    O investimento é de R$ 650,00 e, para participar, é necessário Ensino Médio completo. Para mais informações e inscrições os interessados devem acessar ens.edu.br.

  • Aplicativo gratuito encontra os melhores preços em medicamentos


    Fonte: www.ciberia.com.br

    Não é sempre que conseguimos pesquisar os melhores preços do remédio que necessitamos quando estamos doentes. Por isso, o MediPreço foi criado para nos ajudar a economizar na compra dos medicamentos.

    Um estudo do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) apontou que a variação de preço dos medicamentos pode chegar a 400%. A maioria das pessoas desconhece esse dado. Foi pensando nisso que um grupo de quatro amigos decidiu criar o aplicativo para celular, gratuito, que mostra a variação de preços de um remédio específico no Brasil inteiro.

    O MediPreço funciona da seguinte maneira: basta o usuário fotografar o código de barras do medicamento pelo aplicativo. O sistema busca o valor máximo permitido para aquele medicamento e o menor valor da região, via geolocalização.

    No banco de dados estão 25 mil medicamentos em 70 mil farmácias pelo país. Resumindo, o consumidor ganha o poder de barganhar um desconto no preço do medicamento com o atendente do estabelecimento.

    “O MediPreço atende o usuário na hora que mais precisa. Quem vai à farmácia, muitas vezes se encontra em uma situação de fragilidade, seja por uma enfermidade urgente ou por uma doença que precisa de atenção e controle”, disse Gregório Salles, um dos criadores da ferramenta.

    O banco de dados é baseado na tabela do Ministério da Saúde que estabelece um teto máximo de preços que podem ser praticados.

    Os próprios usuários do app também ajudam a atualizar os valores – cerca de 343 mil colaboradores postam quanto pagaram nos medicamentos, criando uma rede atualizada em tempo real dos valores realmente praticados pelas farmácias.

    “Sempre que você posta está ajudando outras pessoas que dependem daquele medicamento. Além disso, cria-se uma rede de fiscalização para impedir a cobrança de valores abusivos”, ressalta Alexandre Máximo, também desenvolvedor do MediPreço.

    O usuário Marco Resende adotou o MediPreço há alguns meses. Especialista em tecnologia da informação, ele utiliza um medicamento contínuo, o maleato de enalapril. Marco costumava pagar R$ 32 no medicamento. Agora, ele compra por R$ 17, R$ 16 e até R$ 15 – uma economia de mais de 50%.

    “Por me dar um referencial, tenho conseguido negociar na farmácia os valores e conseguido bons descontos. Gostei tanto que toda vez que compro um remédio agora, eu posto quanto paguei”, afirmou.

  • Para Moro, eleições trazem riscos à Lava Jato


    Fonte: www.ciberia.com.br

    O juiz Sérgio Moro afirmou em entrevista concedida ao jornal Estadão nesta quarta-feira (25) que as eleições podem trazer riscos à Lava Jato. De acordo com o magistrado, o resultado do pleito eleitoral deste ano, dependendo de qual for, pode oferecer “retrocessos” aos avanços da operação.

    “A dúvida é o que vai acontecer daqui para a frente. Vamos retomar aquela tradição de impunidade ou isso representou uma quebra significativa? Nessa perspectiva existe sempre um risco de retrocesso em relação a esses avanços. E há um risco, ainda, que nós não avancemos mais”, disse, completando que as discussões sobre combate à corrupção devem estar presentes na escolha dos candidatos.

    Vale lembrar que o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto para a presidência é o ex-presidente Lula, condenado por Moro em primeira instância na Lava Jato.

    Na mesma entrevista, o juiz de Curitiba afirmou que não existe nenhum tipo de problema entre a Justiça e agentes políticos. A fala se deu como resposta a uma pergunta sobre a provocação de Ciro Gomes (PDT), que havia dito que, se eleito, colocaria “juiz para voltar para a caixinha dele”.

  • Lucro líquido do Bradesco avança 15% no 2º trimestre, para R$ 4,5 bilhões


    Fonte - G1:

    Trata-se do maior resultado trimestral já registrado pelo banco em valores nominais. Carteira de crédito cresce e inadimplência cai.

    O Bradesco teve lucro líquido de R$ 4,528 bilhões no 2º trimestre, o que representa uma alta de 15,77% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado também ficou acima dos ganhos de R$ 4,467 bilhões do 1º trimestre.

    Segundo dados da Economatica, trata-se do melhor resultado nominal (sem considerar a inflação) já registrado pelo segundo maior banco privado do país . Até então, o melhor resultado tinha sido o do 2º trimestre de 2015 (R$ 4,473 bilhões).

    No acumulado no semestre, o lucro líquido contábil, usado como referência para remuneração aos acionistas, alcança R$ 8,995 bilhões, alta de 12,69%.

    Já o lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) foi de R$ 5,161 bilhões no 2º trimestre, alta de 9,7% em relação ao mesmo período de 2017 (R$ 4,704 bilhões).

    O resultado foi apoiado apoiado pela alta de 23,8% no resultado de seguros e em menores despesas com provisões para calotes. Já as As receitas com tarifas chegaram a R$ 8,12 bilhões, um avanço de 8,3% em 12 meses, destaca a Reuters.


    A carteira de crédito total somou R$ 515,6 bilhões no final de junho, aumento de 4,5% em doze meses, impulsionado pelas linhas para pessoas físicas, que tiveram crescimento de 6,3% na comparação com junho de 2017. Já a carteira de pessoas físicas teve alta de 3,5% na comparação anual.

    A inadimplência superior a 90 dias, por sua vez, recuou para 3,9%, ante 4,9% no final de março. As despesas do banco com provisões para perdas esperadas com inadimplência, incluindo baixas contábeis de ativos e subtraindo receitas com recuperação de crédito, foi 36,1% menor do que em igual etapa de 2017, recuando para R$ 3,44 bilhões.

    A rentabilidade sobre o patrimônio líquido, que mede como um banco remunera o capital de seus acionistas, foi de 18,4% no período ante 18,6% no trimestre anterior.

    Santander teve lucro de R$ 2,97 bilhões
    Na véspera, o Santander in formou que registrou lucro líquido de R$ 2,97 bilhões no segundo trimestre, um crescimento 58% na comparação com o 2º trimestre do ano passado.

  • PF deflagra a 10a. fase da Operação Zelotes


    Fonte - G1:

    Polícia Federal cumpriu nove mandados de busca e apreensão em quatro estados e no Distrito Federal. Oito pessoas e duas empresas são investigadas nesta fase.

    A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (26) a 10ª fase da Operação Zelotes, que apura irregularidades em julgamentos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

    Entre os alvos da operação estão o ex-secretário de Comércio Exterior do governo Dilma Rousseff Daniel Godinho e o economista Roberto Gianetti da Fonseca. Segundo investigadores, o economista teria recebido R$ 2,2 milhões em troca de atuação, por meio de sua consultoria, para favorecer uma empresa em julgamento no Carf. O G1 entrou em contato com o escritório de Giannetti e aguarda uma resposta.

    De acordo com o Ministério Público, oito pessoas e duas empresas são investigadas nesta fase e os prejuízos aos cofres públicos ultrapassam R$ 900 milhões.

    A PF cumpriu nove mandados de busca e apreensão em quatro estados (Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Pernambuco) e no Distrito Federal.

    Por ordem judicial da 10ª Vara Federal em Brasília foram autorizadas quebras de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático de investigados envolvidos em suspeitas de irregularidades em julgamento de processo fiscal de interesse de empresa siderúrgica, com sede em Santo André (SP) no Carf.

    De acordo com a Receita Federal, as investigações da Operação Zelotes têm revelado a existência de um esquema ilícito de influência nos julgamentos do Carf envolvendo interesses privados em prejuízo da administração pública tributária.

    O caso investigado nesta fase da Zelotes, que envolve fraude em crédito tributário, aconteceu, segundo a Receita, devido a uma "estrutura ilegal integrada por agentes públicos e privados". Segundo a Receita, o grupo atuava em três núcleos:

    . núcleo econômico: composto pelos representantes da siderúrgica com processo no Carf que teria financiado os custos do esquema;


    . núcleo operacional: integrado pelos responsáveis pela interlocução com os representantes da empresa, o aliciamento dos conselheiros e a distribuição dos recursos financeiros obtidos com o empreendimento;


    . núcleo administrativo: centrado em conselheiros do Carf que ocupavam a função de julgadores.

  • Começa o pagamento do abono salarial PIS-Pasep 2018-2019


    Fonte: G1

    Saques estão liberados para trabalhadores do setor privado nascidos em julho e servidores com final da inscrição 0. Quem não sacou abono salarial ano-base 2016 também ganha nova chance.

    Começa nesta quinta-feira (26) o pagamento do abono salarial PIS-Pasep calendário 2018-2019 (ano-base 2017). No caso do PIS, o pagamento será para trabalhadores da iniciativa privada nascidos em julho, e no do Pasep é para servidores públicos com final da inscrição 0.

    O valor do abono varia de R$ 80 a R$ 954, dependendo do tempo em que a pessoa trabalhou formalmente em 2017.

    Tem direito ao abono quem recebeu, em média, até 2 salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2017. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos 5 anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

    Será retomado também nesta quinta o pagamento do abono salarial PIS/Pasep ano-base 2016. O governo decidiu prorrogar o período para saques do abono salarial PIS/Pasep ano-base 2016 até 30 de dezembro.

    De acordo com o calendário, quem nasceu nos meses de julho a dezembro receberá o benefício ainda no ano de 2018. Já os nascidos entre janeiro e junho receberão no primeiro trimestre de 2019. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento. Confira aqui o calendário.

    Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep.

    A estimativa é de que sejam destinados R$ 18,1 bilhões a 23,5 milhões de trabalhadores.

    Valor depende dos meses trabalhados

    O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2017 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2017 completo.

    Para saber se tem direito e como sacar

    Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação.

    Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos.

    Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.

  • Banners para reeleição de Trump podem ser taxados por ele mesmo


    Fonte: CNC

    Os banners vermelhos, brancos e azuis da campanha para reeleição do presidente dos EUA Donald Trump estão prontos para serem enviados, estampados com as palavras “Keep America Great!” (Mantenha a América Ótima!”) .

    Mas elas são fabricadas no leste da China e logo podem ser atingidas por tarifas punitivas do próprio Trump, enquanto ele lança uma rancorosa disputa comercial com Pequim. Na Jiahao Flag Co Ltd, na província de Anhui, mulheres operam máquinas de costura para costurar as bainhas das bandeiras “Trump 2020” do tamanho de toalhas de praia, enquanto outras as dobram e empacotam para entrega.

    A fábrica produziu cerca de 90 mil banners desde março, diz a gerente Yao Yuanyuan, um número fora do comum para o que é normalmente uma temporada baixa, e Yao acredita que a guerra comercial entre China e EUA foi a razão.

  • Exportações de aço crescem 16% no primeiro Semestre


    Fonte: CNC

    As exportações de aço cresceram 16% em valor no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2017, de US$ 3,699 bilhões para US$ 4,291 bilhões, embora, em quantidade embarcada, o setor tenha registrado queda de 5,7%, para 6,881 milhões de toneladas, no período.

    Os dados foram divulgados pelo Instituto Aço Brasil. Os números consolidados do primeiro semestre refletem as medidas protecionistas adotadas pelos Estados Unidos para o aço. Segundo a entidade, o mercado para o embarque de produtos está menor, enquanto o forte crescimento do preço das exportações é resultado direto da decisão do governo norte-americano de adotar taxas e quotas para o aço.

  • OI anuncia parceria com chineses para restruturar rede de fibra ótica


    Fonte: CNC

    Na etapa final do plano de recuperação judicial, a Oi anunciou uma parceria com a chinesa Huawei para reestruturar sua rede de fibra ótica.

    A iniciativa faz parte do que a companhia está chamando de reestruturação operacional, já que a recuperação judicial também significou uma forte restrição a novos investimentos nos últimos anos. Na prática, visa adequar a infraestrutura ao novo momento do mercado de telecomunicações, orientado basicamente para dados e internet das coisas, por meio de um novo modelo de negócios, que atrela a realização de novos investimentos ao resultado de vendas.

    O acordo assinado na sede da Huawei, deve aproveitar o backbone da Oi, que é o maior do país, mas precisava de modernização, para expansão da cobertura dos serviços Oi Fibra e Oi TV. A meta é evitar a construção de infraestrutura ociosa e atender com mais precisão à demanda dos clientes por uma banda larga mais robusta, ou seja, rentabilizar os ativos já existentes.

  • Justiça nega pedido liminar do MP do Trabalho contra a União no caso Boeing-Embraer


    Fonte: CNC

    A justiça negou o pedido liminar feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a União. A ação cobra garantias do governo que a venda de parte da Embraer à Boeing seja atrelada à manutenção da produção das aeronaves e empregos no Brasil.

    As duas fabricantes assinaram neste mês um acordo de intenções para formar uma joint venture (nova empresa A União é alvo do MPT porque tem uma ação de tipo especial, chamada “golden share”, que confere ao governo o poder para barrar a transação. A liminar foi negada porque, segundo o magistrado, decisão de usar o poder de veto para assegurar os empregos é política - não sendo, portanto, condição prevista na lei.

  • Oferta de emprego não cresceu com reforma trabalhista


    Fonte: Agência Câmara

    Entidades avaliaram que o emprego não cresceu e se precarizou com a reforma trabalhista, em seminário promovido na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (3). Promovido pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, o seminário discutiu os impactos da mudança na legislação trabalhista (Lei 13.467/17), que foi aprovada em julho e entrou em vigor em novembro do ano passado.

    Para o deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos parlamentares que pediram realização do evento, nenhuma das promessas da reforma trabalhista se concretizou: o crescimento econômico, a estabilidade jurídica para a análise dos processos trabalhistas e a geração de empregos.

    Gass defende a aprovação de propostas em tramitação no Congresso para reverter a reforma. Entre elas, o Estatuto do Trabalho (Sugestão 12/18), em análise no Senado. A proposta, sugerida pela sociedade, é uma espécie de nova Consolidação das Leis Trabalhista (CLT) e revoga a reforma.

    André Santos, representante do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), também afirmou que o objetivo de gerar novos empregos a partir da reforma não foi atingido. “Os dados da PNAD [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada pelo IBGE] mostram que não houve crescimento do emprego no primeiro trimestre”, apontou.

    O Diap avalia ainda que há precarização das relações do trabalho, a partir da inserção na lei de modalidade de contrato que permite a prestação de serviços não-contínua. “O trabalho intermitente deveria existir apenas nas áreas em que é necessário, como buffets, feiras, mas a forma como foi colocada na lei é abrangente, para todos, a ponto de empresários quererem demitir trabalhadores formais e quererem contratar na forma intermitente”, disse. “A reforma precisa de várias correções”, completou.

    Mulheres negras

    Marilane Teixeira, pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Unicamp, destacou que os postos de trabalho gerados são caracterizados pela precarização e pelos baixos salários. Segundo ela, a taxa de desemprego hoje do Brasil é de 12,7% e atinge especialmente as mulheres negras.

    A pesquisadora citou os dados da Pnad, do IBGE – pesquisa que mostrou que havia no primeiro trimestre deste ano 27,7 milhões de trabalhadores subutilizados ¬– 1,2 milhão a mais do que nos três meses imediatamente anteriores. Desses 27,7 milhões, cerca de 10 milhões são de mulheres negras. Subutilizado é um conceito que abrange desempregados, pessoas empregadas que gostariam trabalhar mais e pessoas que desistiram de buscar emprego, mas estão disponíveis para trabalhar.

  • Fenabrave revisa previsão de vendas de veículos novos em 2018


    Fonte: CNC

    A Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revisou para baixo a sua previsão de vendas de veículos novos em 2018. Razões foram a falta de clareza no cenário para a eleição presidencial e os efeitos da greve dos caminhoneiros na atividade econômica e na confiança do empresário e do consumidor.

    A projeção de crescimento em 2018 caiu de 12,8% para 10%, em conta que considera os segmentos automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, informou a Fenabrave em coletiva de imprensa nesta terça-feira. Em abril, no entanto, a entidade havia elevado a estimativa de 11,8% para 15,2%. Se a nova expectativa se confirmar, o setor vai vender 2,462 milhões de unidades. No ano passado, foram 2,239 milhões de unidades vendidas.

  • Setor de proteína animal recebe linha de crédito do BNDES


    Fonte: CNC

    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, informou que será criada uma linha de crédito no valor de R$ 1,5 bilhão destinado a empresas de proteína animal (aves e suínos) que tiveram prejuízos com a greve dos caminhoneiros.

    O setor de proteína animal foi um dos afetados pela paralisação da categoria, iniciada no final de maio, que por 11 dias bloqueou rodovias no país e interrompeu o transporte de cargas. Os caminhoneiros protestavam contra a política de preços da Petrobras para o óleo diesel.