NOTÍCIAS

  • Argo oferece seguro de RC para profissionais da saúde


    Fonte: M.S. Revista Apólice

    A Argo Seguros vai passar a oferecer o seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Profissionais da Saúde, produto voltado para proteger contra reclamações relacionadas a alegações de falhas no exercício da atividade.

    O novo seguro abrange 16 categorias profissionais dentro da área da saúde e é direcionado para enfermeiros, psicólogos, veterinários, fisioterapeutas, massagistas, farmacêuticos, enfermeiros, profissionais de educação física, nutricionistas, entre outros profissionais desse segmento, tanto para contratação como pessoa física, quanto para pessoa jurídica

    Suas coberturas básicas envolvem despesas de defesa, ressarcimento, acordo e indenização, mas pode incluir também outras, de acordo com o perfil de risco do segurado, como por exemplo, danos à reputação; custos emergenciais; honorários retidos; calúnia, injúria e difamação.

    O produto RC Profissionais da Saúde também possibilita a contratação da cobertura para diversas atividades em uma única apólice, quando estas atividades são oferecidas dentro de uma mesma clínica multidisciplinar.

    “Como líderes em RC Profissional e especialistas no segmento de médicos e dentistas, sentíamos a necessidade do mercado em oferecer algo também para os demais profissionais do setor da saúde”, afirma Gustavo Galrão, superintendente de Financial Lines & Partnership da companhia.

    Recentemente, a seguradora anunciou também outras novidades como o Seguro de Equipamentos Odontológicos – que garante ao profissional liberal e ao empresário proteção completa para seus equipamentos, como danos acidentais, roubo ou furto qualificado, dentro e fora da clínica – e o Transporte de Cargas – Apólices Anuais, destinado para empresas que querem proteger as suas mercadorias dos diversos tipos de risco que podem ocorrer durante uma importação ou exportação.

  • PromoDigital ajuda corretores a potencializarem vendas


    Fonte: Revista Apólice

    Com o objetivo de auxiliar os corretores na captação de novos negócios e no relacionamento com seus clientes, a Porto Seguro oferece a PromoDigital, uma ferramenta online que fornece materiais promocionais personalizados. Todos os profissionais cadastrados na seguradora têm acesso à plataforma, e podem criar suas próprias campanhas de marketing.

    Por meio da ferramenta, o corretor pode adquirir brindes personalizados com o logotipo da corretora, como mochilas e canetas, além de materiais gráficos, como folheteria, banners e cartazes. E para o ambiente virtual, a plataforma disponibiliza banners e posts para o Facebook e demais redes sociais, vídeos, e-mails marketing e landing pages dos produtos da Porto Seguro, todos personalizados com o contato do corretor.

    “A utilização de peças de comunicação é fundamental para aumentar a visibilidade da marca do Corretor e, consequentemente, o reconhecimento dos consumidores sobre ela. Dessa forma, a PromoDigital colabora para que este profissional conquiste novos clientes, diversifique seu portfólio e amplie seus negócios. A plataforma oferece soluções integradas para a construção de uma campanha de marketing 360°, por meio de diversos canais e ferramentas”, afirma Rivaldo Leite, diretor Geral da seguradora.

    Para acompanhar e mensurar os resultados das divulgações, a PromoDigital disponibiliza ao corretor uma ferramenta com os números de acessos, quantidade de cadastrados e descadastrados, visualizações das páginas, entre outros. Todos os pedidos realizados podem ser consultados na plataforma, com relatórios para o acompanhamento dos status das solicitações.

    O acesso à PromoDigital é realizado pelo portal corretor online, onde o profissional realiza o cadastro do perfil, com o logotipo da corretora e contatos.

  • Aumento de ciberataques leva empresas a buscarem seguro


    Fonte: Revista Apólice

    O Facebook sofreu um ataque cibernético de grandes proporções, no dia 28 de setembro, com cerca de 50 milhões de usuários tendo suas informações expostas. O acontecimento ligou o sinal de alerta dentro das empresas brasileiras. “Todas as companhias que têm informações de terceiros em seu sistema, como corretoras e bancos, por exemplo, já estão procurando uma forma mais contundente de protegê-los”, comenta Leandro Freitas, superintendente de riscos financeiros da MDS Brasil, referência global em seguros, resseguros e consultoria de riscos.

    “Acreditamos que a lei sancionada, a General Data Protection Regulation, de maio desse ano, vai aumentar a atenção a esse tipo de risco e o Cyber Risks será, num futuro muito próximo, uma solução cada vez mais solicitada por grandes corporações preocupadas em guardar dados de seus clientes e fornecedores”, completa. Apesar de ter partido do bloco europeu, o movimento já se reflete em terras brasileiras: no mês de agosto, o presidente Michel Temer aprovou o projeto de lei sobre a coleta e tratamento de dados pessoais no Brasil. A regulamentação, que entra em vigor no início de 2020, já funciona como uma espécie de sinal para que as empresas brasileiras procurem formas de se prevenir de ataques cibernéticos.

    No entanto, a percepção de ameaças dessa natureza está em nível primário, uma vez que as consequências relacionadas a esse tipo de crime ainda são pouco conhecidas. No âmbito das seguradoras, por exemplo, a constatação dos perigos traz à tona um importante questionamento: como precificar uma apólice quando não se tem o total conhecimento dos prejuízos que os ciberataques podem proporcionar? Para Thiago Tristão, diretor de riscos empresariais da MDS Brasil, essa resposta só pode ser obtida a partir do estudo do mercado: “Todas as empresas terão que se adequar, inclusive as seguradoras. Para evitar invasões em seus sistemas e usos irregulares dos dados, as companhias precisam estudar as ameaças já constatadas no mercado até o momento e se basear nelas para elaborar planos de gerenciamento bem estruturados”, explica.

    Leandro Freitas também reforça que a contratação de um seguro, que ofereceria possibilidades de respaldo que vão além da compensação financeira – como a proteção contra danos à reputação, por exemplo. “Por meio da seguradora, é possível disponibilizar um mediador para lidar com hackers e evitar o vazamento das informações, ou até mesmo trocar o servidor do sistema para evitar que os dados sejam divulgados. Em suma, a função do seguro é evitar quaisquer arranhões reputacionais à marca”, finaliza.

  • O despertar para uma vida longeva


    Fonte: Lívia Sousa - Revista Apólice

    Envelhecer é um processo complexo e exige boas atitudes para se garantir mais estabilidade e conforto na terceira idade. Para debater o tema e ampliar o olhar sobre o assunto, a Bradesco Seguros realizou, na última quarta-feira (10), o evento “Diálogos da Longevidade – O Despertar para a Vida Longeva”.

    Para envelhecer bem, quatro capitais são essenciais: saúde, conhecimento, social e financeiro. “Quanto mais cedo você acumular esses capitais, melhor”, disse Alexandre Kalache, médico, gerontólogo, presidente do Centro Internacional de Longevidade-Brasil (ILC-Brasil) e consultor em Longevidade do Grupo Bradesco Seguros.

    Junto com esses capitais, é preciso ter um propósito, saber o porquê você acordou e que diferença está fazendo. A partir disso, será possível criar resiliência para suportar e crescer com as barreiras impostas pela vida. “Com uma vida mais longeva, a gente vai ter mais desafios e perdas”, lembrou.

    A pergunta é: estamos realmente preparados para envelhecer bem? Enquanto a França levou 145 anos para dobrar a proporção de idosos de 10% para 20%, o Brasil levará apenas 19 anos para seguir o mesmo caminho. O fato é que os países desenvolvidos, onde se tem emprego, transporte, trabalho digno, moradia e saúde pública, enriqueceram antes de envelhecer. “Estamos na contramão”, declarou Kalache, citando ainda a desigualdade social. Além de ser uma preocupação entre acadêmicos e organizações intergovernamentais, prevenir o envelhecimento desigual é uma questão importante não só para as pessoas que já envelheceram, mas também para quem está envelhecendo.

    “Precisamos pensar no gerúndio”, alertou Kalache, que manifestou indignação sobre o assunto estar fora da pauta dos candidatos nas eleições deste ano. “Não vi ninguém falando sobre isso. No Canadá, por exemplo, este assunto é discutido por políticos de todos os partidos. Precisamos abrir os olhos para nos preparar. O futuro é de vocês, mais jovens hoje e envelhecidos amanhã”, declarou.

    Os jovens e a saúde da longevidade

    A questão da saúde da longevidade não é a preocupação imediata do jovem, que tem uma noção limitada de tempo, espaço e existência. “As experiências são curtas. É o começo da vida, ele não tem muita dimensão do longo prazo”, justificou Jairo Bouer, médico psiquiatra focado em prevenção, saúde e sexualidade. Junto com a cultura do imediatismo, esses fatores fazem com que a perspectiva de longo prazo seja um assunto complexo de ser trabalhado com este público. “O prevenir é muito mais complexo do que o remediar, do que tentar resolver alguma situação”, garantiu.

    Para os jovens de hoje, a imagem é muito mais importante do que a preocupação com a própria saúde. Prova disso é que entre essa geração há um aumento brutal na quantidade de transtornos emocionais, principalmente entre as meninas mais novas.

    “É uma geração que tem fácil acesso a informação, mas que a comunicação é muito mais horizontal. Há uma dificuldade de enxergar a figura da autoridade, de ouvir o que o médico ou os pais têm a dizer. Isso muitas vezes dificulta a realização de uma campanha de prevenção, um programa, um trabalho com eles nessa questão da saúde ou do investimento em saúde de uma forma um pouco mais assertiva”, afirmou.

  • Governo decide manter começo do horário de verão em 4 de novembro


    Fonte: Ciberia - Agência Brasil

    O Palácio do Planalto informou nesta terça-feira (15) que o início do horário de verão será mantido no dia 4 de novembro, cancelando um novo adiamento. Geralmente, o horário começa em outubro, mas foi adiado para novembro em virtude do segundo turno das eleições.

    No começo do mês, o governo federal chegou a anunciar que adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro por causa de um pedido feito pelo Ministério da Educação para não prejudicar os candidatos do Enem. O exame será aplicado em dois domingos. O primeiro deles será o dia 4 de novembro.

    O ministro da Educação, Rossieli Soares, já contava com o adiamento e chegou a comemorá-lo. “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes“, disse nas redes sociais no início de outubro.

    A negativa do Planalto ao pedido veio após estudo de viabilidade feito pelos ministérios de Minas e Energia e Transportes. Segundo a assessoria do Planalto, a análise dos ministérios concluiu a inviabilidade de nova mudança no horário de verão, sem detalhes da decisão.

    Na época em que foi anunciado o adiamento para 18 de novembro, a medida foi criticada pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). Segundo a associação, a mudança da data acarretaria “sérias consequências” ao planejamento das operações e, consequentemente, para quem adquiriu passagens antecipadamente, afetando 3 milhões de passageiros.

    Ajustar o relógio

    No horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora. O horário é adotado nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

  • Startup brasileira oferece curso gratuito sobre estratégias do Vale do Silício


    Fonte: Ciberia - Canaltec

    Um novo curso à distância promete ajudar os empresários brasileiros a descobrirem os segredos do sucesso do Vale do Silício.

    Oferecido pela Qulture.Rocks, startup de tecnologia para gestão de desempenho empresarial, o curso sobre OKRs (Objectives and Key Results, que pode ser traduzido como Objetivos e Resultados Chave) é voltado para gerentes, analistas e líderes de RH, consultores, fundadores de startups e executivos que queiram aprender como aplicar as OKRs em seus negócios.

    O curso da Qulture é baseado nos métodos de John Doerr, um dos primeiros investidores do Google e reconhecido por ser um dos responsáveis por espalhar as OKRs pelo Vale do Silício.

    O aluno será introduzido ao que são as OKRs, como surgiram, o porquê de usá-las na empresa, as diferenças entre as metodologias tradicionais, a duração do ciclo de gestão das metas, diretrizes para organizar e executar, além de outros temas ligado ao uso e aplicação do método.

    O curso da Qulture.Rocks será dividido em 13 temas, de acesso remoto e totalmente gratuito. Além disso, todos os que acertarem pelo menos 70% das questões da prova final receberão um certificado de conclusão. Para se inscrever, é só acessar o site oficial da empresa e fazer o seu cadastro.

  • Se não pararmos de comer carne, vamos acabar com o planeta


    Fonte: Ciberia - ZAP

    Cada cidadão deverá reduzir em 75% o seu consumo de carne de vaca, 90% de carne de porco, comer metade da quantidade de ovos e triplicar o consumo de sementes e frutas secas.

    Segundo um estudo, publicado semana passada na revista Nature, o consumo de carne de vaca teria de cair em 90% nos países ocidentais para que conseguíssemos evitar mudanças perigosas no ambiente.

    Esta e outras recomendações são de alguns cientistas da Universidade de Oxford, que recomendam a redução drástica do consumo de carne para evitar mudanças climáticas com efeitos devastadores.

    Ao The Guardian, Marco Springmann, pesquisador e professor na Universidade de Oxford, que liderou o estudo, disse que, atualmente, “estamos arriscando a sustentabilidade de todo o sistema. Se estamos interessados em que as pessoas consigam comer e produzir, temos que reduzir o consumo de carne”, alertou.

    Dessa forma, a solução proposta pelos cientistas passa por diminuir drasticamente o consumo de carne e substituí-la por proteína vegetal, optando assim pelo consumo de legumes e leguminosas.

    Segundo o estudo, cada cidadão deveria reduzir em 75% o consumo de carne de vaca, em 90% o de carne de porco e comer metade da quantidade de ovos. No que diz respeito ao consumo de leguminosas, deveria triplicar. Já o consumo de frutas secas e sementes deveria quadruplicar.

    O Jornal Económico informa que a indústria agropecuária é a que mais causa danos a nível ambiental, graças à emissão de gases de efeito estufa, ao desmatamento, às quantidades de água que não são utilizadas e à contaminação de aquíferos subterrâneos.

    Além dessa informação – que não é propriamente novidade – o estudo apresenta uma previsão: se não houver uma intervenção, tudo irá ficar muito pior, dado que se prevê que a população cresça em 2,3 bilhões até 2050, alcançando assim os 9,8 bilhões de habitantes.

    O crescimento da população estimula invariavelmente a criação de animais para consumo humano, que se torna cada vez mais insustentável. Os países ocidentais têm a maior culpa no cartório, dado que muitas das suas dietas são à base de produtos agropecuários.

    Ainda que os pesquisadores lancem o alerta, admitem que a mudança passa também pelos governos, através de políticas de educação, criação de taxas sobre os alimentos e concessão de subsídios para a produção de alimentos sustentáveis.

    Isso significa que a atenção na produção de gado não é suficiente. É também necessário um cuidado adicional com os produtos de origem agrícola.

    “Acho que conseguimos mudar, mas temos que ter governos mais proativos. As pessoas podem contribuir para a mudança se alterarem sua alimentação, mas também se procurarem seus políticos para dizerem a eles que precisam de ter melhores leis ambientais. Isso é muito importante”, concluiu Springmann.

  • Criar notícia falsa sobre as urnas eletrônicas é crime


    Fonte: Ciberia - Agência Brasil

    O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta quarta-feira (10) que a produção de notícias falsas sobre o sistema de urna eletrônica é crime de falsidade ideológica e deve ser punido.

    Raul Jungmann quer se encontrar ainda esta semana com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, para tratar do problema de divulgação de notícias falsas durante o período eleitoral.

    Jungmann disse que a produção de notícia falsa para gerar dúvida sobre a urna eletrônica não se confunde com o direito de expressão dos cidadãos. “É preciso compreender que ter dúvida ou ter desconfiança com o sistema, evidentemente, é um direito de expressão de qualquer um, embora não seja muito bom; mas não é crime”, afirmou.

    “O que é crime é fazer fake news [notícia falsa, em inglês] para demonstrar falsamente fraudes no sistema, porque aí neste caso é crime de falsidade ideológica. Ter dúvidas faz parte do jogo democrático, agora produzir fake news para ilustrar, digamos assim, ou produzir fraudes contra o sistema, isto é crime, e tem que ser reprimido e punido”, disse Jungmann, após assinar um acordo com o Ministério do Trabalho para aumentar a qualificação dos presos.

    No primeiro turno das eleições, realizado no domingo (7), foram divulgados nas redes sociais vídeos e imagens de supostas fraudes em urnas eletrônicas. Todos foram desmentidos pelo TSE. A segurança da urna eletrônica depois foi elogiada por observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA).

    Jungmann disse ainda que deve se reunir na próxima semana com os representantes de todos os estados que compõem o Centro Integrado de Comando e Controle da Polícia Federal para orientar as forças policiais sobre o assunto.

    “Nós estamos nos preparando para o segundo turno. Eu vou fazer uma reunião no centro de comando e controle com os 26 estados e todas as polícias para passar orientações de como enfrentar a questão dos fake news e também devo pedir uma audiência à ministra Rosa Weber para que esse esforço também se desenvolva no âmbito de toda a Justiça Eleitoral dos estados”, comentou.

    O ministro explicou que a recepção das denúncias tem sido feita pelas polícias, mas que também devem ser encaminhadas para a Justiça Eleitoral, para que decida quais casos devem ser investigados.

  • Juiz faz audiência na casa de idoso para conceder aposentadoria


    Fonte: Ciberia - Razões para Acreditar

    Um juiz deixou o ar-condicionado do Fórum para conceder a um idoso de 83 anos sua aposentadoria rural na sala quente da sua casa.

    Foi o jeito que Fernando Marney Oliveira, juiz da comarca de Campos Belos, no interior de Goiás, encontrou para seu Domingos José dos Santos não perder a aposentadoria, já que o idoso não tem condições de se deslocar até o Fórum por causa de um derrame.

    As informações são do site TNH1. “Tinha certeza que ele iria perder porque não saímos de casa com ele. É muito difícil e ele sente muita dor. Tem mais de quatro meses que não saímos com ele, a médica vem aqui e olha ele quando precisa”, conta a dona Maria Ferreira, 77 anos, esposa de Domingos.

    Além do juiz, participaram da audiência duas testemunhas e advogada do Domingos. Foram 15 minutos para que o magistrado concedesse o benefício. “Tudo no improviso, mas graças a Deus ele teve a humildade de vir até aqui e nos dar essa alegria”, comemorou Maria Ferreira.

    Domingos acenou com um sinal de positivo quando soube que tinha dado tudo certo. “Obrigada a Deus, doutor e todos vocês”, falou com dificuldade e com a voz baixinha.

    A advogada Florismaria Ferreira Barbosa afirmou que o caso de Domingos tocou a todos e que o sentimento é de gratidão: “É a primeira vez que eu vejo aqui em Campos Belos o juiz vir na casa de uma pessoa que está numa situação dessa”, disse.

    Apesar do bonito gesto, Oliveira lembra que é instituído por lei o juiz sair do gabinete e ir até a casa da parte interessada, principalmente em casos como o de Domingos. Segundo o juiz, é uma forma de mostrar que existem vidas por trás de cada processo.

  • Lançamento de criptomoeda venezuelana gera a maior desvalorização da história


    Fonte: ciberia.com.br

    O lançamento da Petro, a criptomoeda venezuelana e primeiro câmbio do tipo a ser adotado oficialmente por um país, vem sendo vendida como a solução para os problemas econômicos e a hiperinflação que assola nosso vizinho.

    Entretanto, o que se viu no começo desta nova história foi uma das maiores desvalorizações de moeda da história, com uma queda de 95% registrada no último final de semana.

    O prognóstico é dos mais sombrios. Para o FMI, a inflação, que já tinha previsão de bater os 1.000.000% neste ano, deve crescer ainda mais, enquanto, atualmente, os preços são revistos a uma taxa de 108.000%.

    Carrinhos de dinheiro são usados pela população para comprar pão, isso quando há produtos nos mercados e as pessoas efetivamente possuem o dinheiro para adquiri-los. Na maioria do tempo, a situação é de penúria, miséria e êxodo, com muitos venezuelanos, inclusive, escolhendo o Brasil como o local de reconstrução de suas vidas.

    É nesse ensejo que o presidente Nicolás Maduro lançou a Petro, sua criptomoeda oficial. O novo dinheiro passou a valer nesta segunda (20) como um dos dois novos câmbios oficiais da Venezuela, ao lado do bolívar soberano, que terá relação direta com os valores do dinheiro digital.

    Por sua vez, a criptomoeda terá cotação ancorada a 5,3 bilhões de barris de petróleo, atualmente o principal produto de exportação do país.

    A ideia é que a força de uma de suas maiores matérias-primas ajude a Venezuela a sair da crise. A Petro se torna a unidade contábil obrigatória para a maior empresa estatal do país, a Petróleos da Venezuela (PDVSA), e também deve ser usada para facilitar negociações internacionais e burlar sanções impostas por outros países, apontados por Maduro como um dos principais causadores da atual crise econômica.

    Além da criptomoeda, entra em vigor o bolívar soberano, que corta cinco zeros do dinheiro atual, o bolívar forte. O governo também criou uma nova política de pagamentos e incentivos ao comércio e a indústria como forma de compensar o choque causado pelas mudanças e, principalmente, pela desvalorização vista durante o último final de semana.

    O salário mínimo, por exemplo, terá um aumento de 3.500%, chegando à marca dos US$ 30, ou cerca de R$ 120 em uma conversão arredondada para cima.

    Nesta segunda, foi decretado feriado na Venezuela, o que fez com que lojas e supermercados fechassem as portas no aguardo das medidas de precificação do governo.

    Os bancos também estavam fechados, mas seus funcionários trabalhavam em sistemas de conversão e adaptação para que caixas eletrônicos e plataformas online pudessem começar esta terça-feira (21) funcionando.

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    O clima, de acordo com os relatos da imprensa, era de tensão e expectativa, principalmente entre a população mais pobre que temia ver suas poucas reservas ainda mais reduzidas por conta das medidas.

    A situação do lançamento da Petro, entretanto, pouco se assemelha ao otimismo demonstrado pelo governo em fevereiro, quando abriu a pré-venda da criptomoeda.

    Na ocasião, a expectativa era de sucesso, com o anúncio de mais de US$ 735 milhões arrecadados apenas nos primeiros três dias de pré-venda. Serão 100 milhões de ativos ao todo, cujo dinheiro será utilizado na recuperação econômica do país.

    Outras medidas de recuperação incluem o fim de subsídios governamentais sobre o combustível e a suspensão no pagamento da dívida externa.

    Além disso, Caracas deve permitir a realização de leilões de moeda estrangeira nos cinco dias da semana, ao contrário da atual limitação de três, e vai aumentar os impostos em 4%. A ideia é usar os bilhões de dólares economizados e arrecadados para novas injeções na economia e garantia de direitos para trabalhadores.

    Em pronunciamento relacionado ao lançamento da nova moeda, Maduro disse que o novo pacote econômico da Venezuela não tem qualquer relação com o FMI, responsável pelas previsões desastrosas para o futuro do país.

    “Sexta-feira negra”

    Maduro também rebateu as críticas de economistas e especialistas, afirmando que suas mudanças possuem distorções em relação a alterações clássicas de forma a lidar com a profunda crise e, também, recolocar a Venezuela no caminho do desenvolvimento.

    O presidente ainda dispensou as comparações de seu pronunciamento com o da “sexta-feira negra”. Em 1984, numa noite antes do fim de semana, o então presidente Luis Herrera Campins desvalorizou o bolívar pela primeira vez em 22 anos, repercutindo uma grande crise do petróleo.

    Foram cinco anos de recessão que terminaram em uma revolta que ficou conhecida como Caracazo, que resultou na morte de centenas de pessoas quando a inflação ultrapassou a marca dos 21% em apenas um mês. Maduro foi um dos líderes desta revolução e considera os atos um ponto importante em seu caminho para o poder.

  • Porto Seguro lança certificação em planejamento financeiro


    Fonte: Revista Apólice

    O Porto Seguro Vida e Previdência e o Ibmec lançaram o Programa Especialistas em Planejamento Financeiro, desenvolvido para corretores de seguros.

    A iniciativa visa deixar os profissionais mais preparados para oferecer a solução financeira e de proteção de renda mais adequada à necessidade dos seus clientes.

    Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro, enfatizou a importância do programa para o novo mercado que se apresenta. “É fundamental entender que estamos passando por mudanças demográficas. As pessoas vivem mais. O corretor precisa entender esse novo cenário e ter autoridade para argumentar sobre as oportunidades que surgem no ramo”, destaca a executiva. “A parceria com uma instituição de ensino privada complementará nossa proposta inicial de ir além do mercado securitário”, complementa.

    O projeto foi desenvolvido para que os profissionais sejam acompanhados durante 12 meses. A grade de ensino será composta com módulos sobre Administração, Economia, Finanças, Marketing, Seguros, Tendências, Vendas e Comportamento, em formatos de workshops e palestras. Inicialmente serão duas turmas, uma com início ainda em agosto e a outra em setembro. O Ibmec selecionou 40 corretores para cada uma delas, escolhidos em duas fases eliminatórias (questionário online sobre definição de perfil comportamental e entrevista). Uma vez por semana, os profissionais poderão se encontrar e trocar experiências com colegas, professores e colaboradores da Porto Seguro.

    “Como o projeto está sendo implementado agora, vamos focar nossas atenções para os profissionais de São Paulo. Nada impede que possamos expandir o programa para demais estados”, diz Eva Miguel, diretora-Comercial da Porto Seguro. “Eles poderão passar o conteúdo teórico para a prática, discutindo dinâmicas com o público. A experiência deles será muito consistente. É primordial que o profissional saiba trabalhar cálculos financeiros, tenha uma visão empreendedora e se atualize para não ficar para trás”, continua.

    De acordo com Fernanda, a instabilidade política e as sucessivas reformas propostas pelo governo trouxeram novamente os temas Vida e Previdência à tona. “Essas carteiras já estavam tendo um desenvolvimento positivos nos últimos anos. Acontecimentos como as reformas e a incerteza política serviram para enfatizar a importância de se preparar para o que vem chegando”, explica.

    “Esses profissionais têm a noção do seu papel social. São temas que estão em pauta e seguem no interesse de grande parte das pessoas”, acrescenta Eva. “O corretor já tem uma relação próxima ao seu cliente, mas, se ele se aprofunda, tem conhecimentos sobre esses assuntos, pode fidelizar o segurado”, ressalta a diretora-Comercial.

    Inovação

    A Porto Seguro investiu em tecnologia e capacitação para auxiliar as atividades do corretor e reduzir os processos burocráticos de seus clientes. Em 2017, a seguradora lançou o aplicativo Vida e Previdência, que está disponível gratuitamente no Google Play (Android) e na Apple Store (iOS). A ferramenta oferece funcionalidades de apoio à vendas e pode realizar simulações de seguros de vida e previdência individuais, além de fazer download de materiais sobre os seguros. Dos cerca de 15 mil corretores que trabalham com o produto, mais de 30% já aderiram a ferramenta.

    Além disso, o Porto Seguro de Vida e Previdência implantou a assinatura eletrônica para a contratação desses produtos. Com ela, o cliente pode assinar propostas independentemente do local no qual esteja, por meio do seu computador, tablet ou celular. O segurado ainda conta com um guia e telas autoexplicativas e, no caso de produtos contratados online, as orientações já ficam visíveis na própria tela da contratação.

  • Uma das doenças mais mortais do século XVIII voltou a aparecer nos países ricos


    Fonte: ciberia.com.br

    O escorbuto, doença associada aos marinheiros da época dos Descobrimentos, não desapareceu por completo e continua a fazer vítimas em países desenvolvidos como os EUA e a Austrália.

    Nos dias atuais, é difícil associar desnutrição a um país rico, desenvolvido e com altos índices de obesidade como os Estados Unidos. No entanto, a verdade é que uma das doenças mais mortais do século XVIII tem retornado à nação (que desperdiça um quarto da sua comida por ano).

    O escorbuto, uma doença simples de tratar e que é causada pela falta de vitamina C, que pode ser encontrada em muitos tipos de frutas e legumes.

    A doença ficou amplamente ligada à época dos Descobrimentos, quando os marinheiros, que passavam meses no mar com uma dieta pouco variada e escassa, começavam a ficar com sintomas como perda de dentes e sangue nas gengivas. Depois, surgiam as dores nas articulações e feridas que não cicatrizavam. Em três meses sem ingerir vitamina C, muitos deles morreram.

    A falta dessa vitamina aumenta os riscos de hemorragias, infecções e ataques cardíacos. O tratamento para o escorbuto foi descoberto em 1747 e passa simplesmente por ingerir pequenas quantidades de vitamina C todos os dias.

    Mas, pelo visto, a doença ainda não desapareceu por completo e uma das suas vítimas foi precisamente Sonny Lopez, norte-americano de Springfield, Massachusetts, que foi pedir aconselhamento médico a Eric Churchill quando começou a sentir os mesmos sintomas que os marinheiros do século XV.

    Segundo o médico, não foi o primeiro paciente que apareceu no consultório com a deficiência vitamínica. “Diagnostiquei o primeiro caso há cerca de cinco ou seis anos. Foi muito dramático porque se tratava de alguém com uma doença mental que só comia pão e queijo”, explicou o especialista, citado pelo Science Alert. “Até agora, já diagnosticamos entre 20 e 30 pessoas com escorbuto”, acrescenta.

    Churchill e sua equipe do Baystate High Street Health Centre começaram a questionar os pacientes sobre seus hábitos alimentares e, atualmente, fazem um estudo sobre o escorbuto em ambiente urbano.

    Lopez, que não tem muitas condições financeiras e passou vários anos comendo apenas uma refeição por dia, optava por comidas mais calóricas para tentar controlar a fome. A receita que recebeu do médico foi “comer uma laranja por dia”.

    “Muitas pessoas que passam dificuldades para comprar comida acabam por escolher alimentos ricos em gordura, com muitas calorias e que enchem. São as comidas que nos enchem e nos satisfazem mais do que frutas e verduras”, aponta o médico.

    Porém, muitos dos pacientes de Churchill têm peso a mais ou são obesos, mostrando que comer excessivamente não é sinônimo de ingerir todas as vitaminas necessárias.

    Além disso, de acordo com o mesmo site, os casos de escorbuto não acontecem apenas nos EUA. Em 2016, um relatório desenvolvido na Austrália indicou que havia uma incidência assustadora de casos entre pacientes diabéticos.

    “Quando perguntei sobre a alimentação, uma pessoa disse que comia pouca ou quase nenhuma quantidade de fruta e legumes, enquanto outros comiam esses alimentos mas os cozinhavam de forma excessiva. Isso destrói a vitamina C”, explica Jenny Gunton, médica cientista do Westmead Institute for Medical Research à ABC.

    Churchill concluiu no seu estudo que pessoas mais pobres sofrem mais com a doença.

    “A pobreza no mundo afeta as pessoas de muitas formas – da exposição à violência à falta de voz e oportunidade, passando pelo acesso limitado à comida saudável e atendimento médico”, diz, considerando que esse tipo de doença não deveria existir em países desenvolvidos.

  • Usiminas tem seguro com Mapfre e Chubb


    Fonte: Revista Apólice

    Na semana passada, companhia registrou uma explosão no gasômetro da usina de Ipatinga. Apólices de seguros fazem frente a eventuais prejuízos por conta do ocorrido.

    A Usiminas, que na semana passada registrou uma explosão no gasômetro da usina de Ipatinga, tem apólices de seguros com as seguradoras Mapfre e Chubb para fazer frente a eventuais prejuízos por conta do ocorrido. Para danos materiais, o contrato é dividido em duas faixas. Uma com importância segurada de US$ 7,5 milhões a US$ 200 milhões e outra de US$ 200 milhões a US$ 600 milhões, liderado pela espanhola Mapfre. De acordo com a própria Usiminas, a indenização máxima que a companhia pode receber em um sinistro por danos operacionais é de US$ 600 milhões. Os seguros vencem em dezembro. As apólices possuem, contudo, franquias atreladas. No caso da proteção para dano material, a cifra que pode ser arcada pela própria companhia chega a no máximo US$ 7,5 milhões. Passado esse valor, o seguro pode ser acionado. No caso da cobertura de lucro cessante, a franquia era de até 30 dias de paralisação. Ou seja, a depender do estrago, os seguros podem nem ser acionados.

    Terceiros

    Além das apólices para danos material e operacional, a Usiminas tem ainda uma apólice de responsabilidade civil, que cobre os prejuízos para terceiros, com a norte-americana Chubb Seguros. Esse contrato, contudo, não deve ser acionado, uma vez que a explosão na unidade de Ipatinga não gerou danos a terceiros. Procurada, a Mapfre confirmou que é líder da apólice de property da Usiminas, mas não fez comentários adicionais. A Chubb e Usiminas não comentaram.

  • Brasileiro gasta, em média, R$ 3.587 por ano com seguro auto


    Fonte: Revista Apólice

    Na hora de comprar um carro, o preço do seguro é uma das informações importantes que devem ser avaliadas pelo consumidor. Um levantamento realizado pela TEx aponta que o brasileiro paga anualmente, em média, R$ 3.587 por um seguro de automóvel.

    E, dependendo do estado, o seguro pode custar até três vezes mais que em outras regiões.

    O estudo levou em consideração 2,3 milhões de cotações realizadas por corretores de seguros por meio da plataforma da TEx, o Teleport, entre os dias 21 de maio e 20 de junho de 2018. Os dados mostraram que o estado brasileiro com seguro mais barato é Santa Catarina, com média de R$ 2.932, enquanto o mais caro é encontrado em Roraima, na região Norte, com custo anual médio de R$ 8.720.

    Entre as descobertas, o levantamento mostrou também que no Rio de Janeiro o custo de um seguro automotivo é, em média, de R$ 4.187 ao ano, 28% mais caro que o seguro pago pelos paulistas, no valor de R$ 3.273. Em termos gerais, o Norte tem os seguros mais caros do País. Os sete estados da região se encontram entre os 12 que têm o seguro mais caro. Já na região Nordeste, Pernambuco e Rio Grande do Norte são os estados que se destacam por terem o seguro mais barato, no valor de R$ 3.194 e R$ 3.074, respectivamente.

    Segundo a Fenaseg, o número de carros roubados ou furtados cresce a cada ano, tanto nas capitais brasileiras como nas cidades do interior, exigindo cada vez mais medidas extras de segurança por parte de seus proprietários. “São vários os fatores que impactam na formação da média de cada estado, entre eles o número de veículos segurados e o perfil dos modelos mais procurados, por exemplo. Entretanto, os índices de violência, que refletem no número de sinistros, acabam sendo o fator mais importante na definição do prêmio”, diz Emir Zanatto, diretor de Operações da TEx. “Isso explica, por exemplo, porque o seguro é mais caro no Rio de Janeiro do que em São Paulo, que tem o quarto mais barato do Brasil, abaixo da média nacional”, explica.

    Ele ressalta que o objetivo da empresa – que conecta mais de 500 corretoras às 17 principais seguradoras que atuam no Brasil – com a pesquisa é de levar informação para o mercado e contribuir para o desenvolvimento da indústria. Para o consumidor que está buscando adquirir um seguro, a recomendação é que procure um bom corretor. “Os corretores têm todo o conhecimento para auxiliar na escolha da melhor opção para o perfil do interessado, além de dar todo o apoio necessário no caso de um sinistro. É um profissional fundamental para quem quer contratar um seguro e ter a melhor proposta, garantindo proteção do assegurado”, completa.

    Confira as médias de seguro em cada estado, de acordo com a pesquisa:

    RR R$ 8.720,00
    TO R$ 6.439,00
    MT R$ 4.985,00
    AP R$ 4.648,00
    PA R$ 4.598,00
    AC R$ 4.501,00
    GO R$ 4.436,00
    PI R$ 4.193,00
    RJ R$ 4.187,00
    AM R$ 4.121,00
    RO R$ 4.007,00
    AL R$ 4.005,00
    MA R$ 3.998,00
    MS R$ 3.919,00
    CE R$ 3.895,00
    ES R$ 3.820,00
    BA R$ 3.632,00
    Brasil R$ 3.587,00
    DF R$ 3.563,00
    SE R$ 3.463,00
    RS R$ 3.398,00
    PE R$ 3.343,00
    MG R$ 3.320,00
    PR R$ 3.298,00
    SP R$ 3.273,00
    PB R$ 3.194,00
    RN R$ 3.074,00
    SC R$ 2.932,00

  • Setor cresce 1,7% no primeiro semestre


    Fonte: Revista Apólice

    A CNseg acaba de divulgar a “Carta do Seguro” com dados consolidados sobre o desempenho do setor, que registrou crescimento de 1,7% (sem DPVAT) no primeiro semestre de 2018, totalizando mais de R$ 115,8 bilhões em prêmios.

    No setor, houve evolução acentuada de 7,5% nos segmentos de Automóveis e Patrimoniais. “Ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas continuam procurando proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel, residência e a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas”, avalia Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

    Outros seguros com desempenho que se destacam foram o de Crédito e Garantias, beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016, evoluindo 8,8%.

    A Carta do Seguro mostra também que os seguros de risco de pessoas apresentaram crescimento de 10,1% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2017, com destaque para a forte expansão de 23,7% do ramo prestamista, que prevê a quitação de dívidas financeiras por causa de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda. Outro ponto que chama a atenção é a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o DPVAT) no primeiro semestre, com redução absoluta de 4,78 p.p. se comparado com o mesmo período de 2017. A sinistralidade do grupo de seguros de ramos elementares caiu de 54,2% no primeiro semestre de 2017 para 52,6% no mesmo semestre de 2018. No grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3% no mesmo período.

    Na outra ponta, porém, figurou a redução da arrecadação dos planos de acumulação, na esteira da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. No conjunto, PGBL e VGBL, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%.

  • Cursos EaD preparam para exames em diversos segmentos


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    A Escola Nacional de Seguros oferece cursos na modalidade de Ensino a Distância (EaD) que preparam os candidatos que irão prestar o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros ou os Exames para Certificação Técnica.

    As aulas acontecem integralmente em ambiente virtual e contam com material didático e acompanhamento pedagógico.

    Os cursos preparatórios aos Exames para Certificação Técnica estão disponíveis para funcionários de corretoras e de seguradoras, nas áreas de Atendimento ao Público e Venda Direta. Para funcionários de seguradoras também é possível se inscrever em Atendimento ao Público e Regulação e Liquidação de Sinistros.

    Já para quem pretende ingressar no setor de intermediação fazendo o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros as opções são: Capitalização; Vida e Previdência; Demais Ramos; Capitalização e Vida e Previdência; e Todos os Ramos do Seguro.

    A carga horária e o investimento dos cursos variam de acordo com a área e o segmento escolhido. Mais informações e inscrições podem ser encontradas no ens.edu.br.

  • Curso inédito aborda Responsabilidade Civil Médica


    Fonte: Escola Nacional de Seguros

    A Responsabilidade Civil Médica vem enfrentando crescente judicialização, o que demanda análises detalhadas sobre os desafios e problemas enfrentados por profissionais do setor.

    Com o objetivo de proporcionar uma visão global acerca dessas questões, a Escola Nacional de Seguro realizará o curso Responsabilidade Civil Médica e Seguro de RC Profissional. As aulas serão ministradas em São Paulo (SP), e o início será no dia 17 de setembro.

    O programa promove uma análise dessa modalidade contratual e de suas especificidades, em especial riscos cobertos e excluídos. O curso também aborda questões como medidas de prevenção, disposições do Código Civil, Código de Ética Médica e legislação.

    O investimento é de R$ 650,00 e, para participar, é necessário Ensino Médio completo. Para mais informações e inscrições os interessados devem acessar ens.edu.br.

  • Aplicativo gratuito encontra os melhores preços em medicamentos


    Fonte: www.ciberia.com.br

    Não é sempre que conseguimos pesquisar os melhores preços do remédio que necessitamos quando estamos doentes. Por isso, o MediPreço foi criado para nos ajudar a economizar na compra dos medicamentos.

    Um estudo do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ) apontou que a variação de preço dos medicamentos pode chegar a 400%. A maioria das pessoas desconhece esse dado. Foi pensando nisso que um grupo de quatro amigos decidiu criar o aplicativo para celular, gratuito, que mostra a variação de preços de um remédio específico no Brasil inteiro.

    O MediPreço funciona da seguinte maneira: basta o usuário fotografar o código de barras do medicamento pelo aplicativo. O sistema busca o valor máximo permitido para aquele medicamento e o menor valor da região, via geolocalização.

    No banco de dados estão 25 mil medicamentos em 70 mil farmácias pelo país. Resumindo, o consumidor ganha o poder de barganhar um desconto no preço do medicamento com o atendente do estabelecimento.

    “O MediPreço atende o usuário na hora que mais precisa. Quem vai à farmácia, muitas vezes se encontra em uma situação de fragilidade, seja por uma enfermidade urgente ou por uma doença que precisa de atenção e controle”, disse Gregório Salles, um dos criadores da ferramenta.

    O banco de dados é baseado na tabela do Ministério da Saúde que estabelece um teto máximo de preços que podem ser praticados.

    Os próprios usuários do app também ajudam a atualizar os valores – cerca de 343 mil colaboradores postam quanto pagaram nos medicamentos, criando uma rede atualizada em tempo real dos valores realmente praticados pelas farmácias.

    “Sempre que você posta está ajudando outras pessoas que dependem daquele medicamento. Além disso, cria-se uma rede de fiscalização para impedir a cobrança de valores abusivos”, ressalta Alexandre Máximo, também desenvolvedor do MediPreço.

    O usuário Marco Resende adotou o MediPreço há alguns meses. Especialista em tecnologia da informação, ele utiliza um medicamento contínuo, o maleato de enalapril. Marco costumava pagar R$ 32 no medicamento. Agora, ele compra por R$ 17, R$ 16 e até R$ 15 – uma economia de mais de 50%.

    “Por me dar um referencial, tenho conseguido negociar na farmácia os valores e conseguido bons descontos. Gostei tanto que toda vez que compro um remédio agora, eu posto quanto paguei”, afirmou.

  • Para Moro, eleições trazem riscos à Lava Jato


    Fonte: www.ciberia.com.br

    O juiz Sérgio Moro afirmou em entrevista concedida ao jornal Estadão nesta quarta-feira (25) que as eleições podem trazer riscos à Lava Jato. De acordo com o magistrado, o resultado do pleito eleitoral deste ano, dependendo de qual for, pode oferecer “retrocessos” aos avanços da operação.

    “A dúvida é o que vai acontecer daqui para a frente. Vamos retomar aquela tradição de impunidade ou isso representou uma quebra significativa? Nessa perspectiva existe sempre um risco de retrocesso em relação a esses avanços. E há um risco, ainda, que nós não avancemos mais”, disse, completando que as discussões sobre combate à corrupção devem estar presentes na escolha dos candidatos.

    Vale lembrar que o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto para a presidência é o ex-presidente Lula, condenado por Moro em primeira instância na Lava Jato.

    Na mesma entrevista, o juiz de Curitiba afirmou que não existe nenhum tipo de problema entre a Justiça e agentes políticos. A fala se deu como resposta a uma pergunta sobre a provocação de Ciro Gomes (PDT), que havia dito que, se eleito, colocaria “juiz para voltar para a caixinha dele”.

  • Lucro líquido do Bradesco avança 15% no 2º trimestre, para R$ 4,5 bilhões


    Fonte - G1:

    Trata-se do maior resultado trimestral já registrado pelo banco em valores nominais. Carteira de crédito cresce e inadimplência cai.

    O Bradesco teve lucro líquido de R$ 4,528 bilhões no 2º trimestre, o que representa uma alta de 15,77% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado também ficou acima dos ganhos de R$ 4,467 bilhões do 1º trimestre.

    Segundo dados da Economatica, trata-se do melhor resultado nominal (sem considerar a inflação) já registrado pelo segundo maior banco privado do país . Até então, o melhor resultado tinha sido o do 2º trimestre de 2015 (R$ 4,473 bilhões).

    No acumulado no semestre, o lucro líquido contábil, usado como referência para remuneração aos acionistas, alcança R$ 8,995 bilhões, alta de 12,69%.

    Já o lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) foi de R$ 5,161 bilhões no 2º trimestre, alta de 9,7% em relação ao mesmo período de 2017 (R$ 4,704 bilhões).

    O resultado foi apoiado apoiado pela alta de 23,8% no resultado de seguros e em menores despesas com provisões para calotes. Já as As receitas com tarifas chegaram a R$ 8,12 bilhões, um avanço de 8,3% em 12 meses, destaca a Reuters.


    A carteira de crédito total somou R$ 515,6 bilhões no final de junho, aumento de 4,5% em doze meses, impulsionado pelas linhas para pessoas físicas, que tiveram crescimento de 6,3% na comparação com junho de 2017. Já a carteira de pessoas físicas teve alta de 3,5% na comparação anual.

    A inadimplência superior a 90 dias, por sua vez, recuou para 3,9%, ante 4,9% no final de março. As despesas do banco com provisões para perdas esperadas com inadimplência, incluindo baixas contábeis de ativos e subtraindo receitas com recuperação de crédito, foi 36,1% menor do que em igual etapa de 2017, recuando para R$ 3,44 bilhões.

    A rentabilidade sobre o patrimônio líquido, que mede como um banco remunera o capital de seus acionistas, foi de 18,4% no período ante 18,6% no trimestre anterior.

    Santander teve lucro de R$ 2,97 bilhões
    Na véspera, o Santander in formou que registrou lucro líquido de R$ 2,97 bilhões no segundo trimestre, um crescimento 58% na comparação com o 2º trimestre do ano passado.